quinta-feira, 27 de abril de 2006

From Hell


Participação especial:
Gatos do Malzyner -
Tom e Frida

Trilha sonora da imagem:
Poney part 1 - ok cowboy
VITALIC

quinta-feira, 20 de abril de 2006

they know when I am going away


And they jump on my bag.




















And they look at me like this.

segunda-feira, 17 de abril de 2006

Light Sculptures




Comprei um celular, pela primeira vez.
Ele tira fotos com nightmode.
Distorce tudo ao menor movimento.
Resolvi brincar com isso, de propósito.
Light Sculptures - no Flickr

quinta-feira, 6 de abril de 2006

PEQUENO MAO E SUAS PATINHAS

segunda-feira, 20 de março de 2006

Cute Overdose

Para compensar o blog horroso que EU tive o mau-gosto de visitar hoje, eu LHE presenteio - sim, a você, único e singelo visitante desta publicação - E como diria MADAME, que me enviou o link em boa hora - a sua higiene mental do dia:
*aviso*: as fotos a seguir podem causar alergia.

http://mfrost.typepad.com/cute_overload/kittens/index.html

terça-feira, 14 de março de 2006

MELHOR QUE FLUOXETINA!!!!!!!!

Aventuras em Whistler Blackcomb

Matéria publicada na revista Onne...






Snowboard no Canadá (Revista ONNE)


Terça-feira, 7 de março de 2006 RENATO KAUFMANN *



Não há nada que se compare a uma semana, ou duas, de snowboard em Whistler-Blackcomb, estação de esqui na Colúmbia Britânica, no oeste canadense. È longe, muito longe, mas vale a pena.

A primeira coisa a fazer é usar suas milhas pra fazer um upgrade na sua passagem. Incluindo conexões, espera em aeroporto e parte terreste, leva praticamente um dia inteiro pra chegar lá, então qualquer conforto extra compensa. Se você não tem milhas, não se preocupe, depois dessa viagem você será “milionário”. Um comprimido pra dormir pode encurtar bem a viagem, a não ser que você seja propenso ao “Sonambulismo do Dormonid”, que faz com que a vítima perambule pelos corredores do avião como uma assombração, balbuciando coisas completamente desconexas, sem a menor idéia sobre onde está, ou onde estão suas roupas.

Chegando a Vancouver, onde qualquer lugar é um cartão postal, existem diversas opções de transporte até Whistler. Vale saber que o preço da limusine ou uma van equivale a umas quatro passagens de ônibus. E em menos de duas horas você está lá.

E que país peculiar! O segundo esporte nacional, chamado Curling, parece uma mistura de bocha, boliche e mania de limpeza. Funciona assim: numa longa pista de gelo, alguém corre um pouco, equilibra-se numa vassoura e empurra uma grande chaleira de pedra sobre pista. Nisso todo mundo começa a varrer loucamente o chão, na esperança que a chaleira fique perto do centro do alvo. O terceiro esporte, o Hóquei, é bem parecido, exceto que não tem chaleiras e os jogadores se agridem com as vassouras. E o primeiro, claro, é o Esqui.

Assim chegamos ao que interessa, a montanha. Na verdade são duas – Whistler e Blackcomb, que juntas são possivelmente uma das maiores áreas esquiáveis do mundo. Tem 33 teleféricos, mais de um quilômetro vertical. Do topo até a base, dá pra fazer percursos de mais de seis quilômetros. Pra quem gosta de voar, são dois half-pipes e cinco “terrain parks”, começando no “Terrain Garden” e crescendo em tamanho até o “Nintendo Highest Level Terrain Park”, que é como o mais selvagem dos videogames, mas em que todos os game-overs são definitivos. Para este, precisa de um passe especial, capacete, e absoluta ausência de medo.

Dentre as duas montanhas, Blackcomb é mais indicada para o Snowboard, já que tem menos retas e subidas – aquelas coisas que um esquiador resolve patinando e dando impulso com os bastões, e que um snowboarder, com uma perna presa e outra solta, arrasta-se com esforço. Ainda assim, Whistler tem certas áreas, chamadas de “bowls” porque acumulam muita neve, que são visita obrigatória a qualquer um com nível intermediário ou acima. Em Blackcomb, é
essencial visitar as geleiras, cujas neves eternas que continuam abertas a esquiadores e snowboarders mesmo no verão.

Para chegar lá, precisa de três teleféricos de cadeirinha e um de chão. Este, ao invés da cadeirinha, tem um longo fio e uma âncora de plástico, que arrasta duas pessoas até em cima – não sem certo sufoco.. Depois disso, mais um cinqüenta metros de caminhada, morro acima, e a geleira é sua. Os mais aventureiros podem continuar subindo, o que de botas e equipamento no ombro não é nada fácil, até a beira da exaustão, de onde podem descer por áreas pouquíssimo acessadas, e onde a neve é muito funda. Descer lá causa uma sensação comparável apenas com a de voar em sonhos.

Quem não tem espírito aventureiro não precisa se preocupar, já que em Whistler a neve é abundante, as filas são pequenas (especialmente se comparadas à estações americanas como Vail e Aspen), e os restaurantes no topo das montanhas são ótimos. Combinações de café com rum ajudam a combater os efeitos do frio, mas fazem pouco pelo seu slalom.

Na viagem de volta, deixe o comprimido para dormir de lado. Você vai estar tão cansado que não terá problemas em desmaiar no avião para então sonhar com a temporada do ano que vem em Whistler Blackcomb.


* RENATO KAUFMANN é sócio da produtora de animação 3D Espaço Tempo e pratica snowboard nas (poucas) horas vagas

terça-feira, 7 de março de 2006

Snowboard no Canadá - Fotos

no meio da subida da trilha, quase morrendo


Isso aqui é depois do último teleférico, (no fundo, à esquerda). pra baixo disso tem as pessoinhas, e no meio, três pontinhos suibindo a trilha que eu subi. é alto, mesmo que não tenha noção de profundidade.


Eu e meu grande brother e companheiro, em mais uma viagem


No topo da trilhinha da Blackcomb Glacier (geleira). Ao fundo, a montanha de Whistler


no lift, cheio de neve depois de capotar muito

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2006

SAMURAI x NINJA 1988

Elenco:
Elio Hamaoka: Mestre
Leonardo Pedrosa: Ninja
Renato Kaufmann: Aprendiz



Shrigley (2): One day a big wind

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2006

Shrigley (1): Lost

sexta-feira, 27 de janeiro de 2006

The burns from the Radiator Incident

História de horror. O radiador a vapor do quarto estava quebrado. Passei frio vários dias. Um dia eu falei pô, tá frio!. O martin falou com o zelador, e ouvi algo que o aquecimento tinha sido consertado. Uma semana depois, tava meio frio, e o aquecedor fazia uns barulhos mas estava frio. Pensei comigo: consertaram, mas esqueceram de abrir a torneira do vapor. O que fiz? fui lá abrir a torneira.

A princípio nada acontece, pq o aquecimento vêm de tempos em tempos. Aí começa a esquentar, e fazer um barulhinho. tudo bem. De repente, barulhão e um puta cheiro de sauna. vou ver e tá vazando fumaça da base da válvula. No que tento fechar ela, escapa um monte de vapor que queima meus dedos (tres bolhas e uns vergoes). Tento fechar a droga da válvula, e percebo que a base ta girando em falso. Com esforço consigo fechar e para de sair aquele vapor horroso. Momentos de pânico, foi horrível.

Eu lavo as queimaduras, passo um treco que achei no banheiro e vou sentar na cama. A dor das queimaduras vai crescendo. O feixe de nervos do cotovelo fica sobrecarregado e começa a doer no cotovelo - isso por causa da ponta dos dedos. mesmo sendo uma coisa pequena, o corpo não sabe e entra em alerta: "destruição de tecidos!". Começo a mergulhar na dor, encarando de frente, tentando jogar ela pra segundo plano. a dor vira uma sensação forte mas não insuportavel. Me pergunto se isso funciona mesmo e se a dor não está passando. Nisso vem uma onda horrorosa de dor pra me dizer que não...

Depois de uma meia hora, resolvo tentar dormir. O que demora pra acontecer.

Quatro da manhã, acordo com uma explosão. tudo escuro e um barulho imenso de sauna ligada no máximo. Já em pânico, procuro a luz pra acender, e acendendo vejo que o apto está inteiro esfumaçado, o vapor jorrando loucamente do buraco da válvula, LOUCAMENTE, e a válvula em lugar nenhum a vista. além de dificil enxergar, era dificl chegar perto pelo calor. Abri as janelas e qualquer pessoa que visse, do lado de fora, teria chamado os bombeiros de tanto vapor/fumaça que saía de lá. procurei o telefone do martin e não achei. entrei em estágio dois de pânico. Uso uma blusa pra tapar a fumaça e procuro a válvula. não apenas não acho como a blusa fica encharcada e pelando. no fim, com a blusa e uma caixa de papelao, consigo tapar o fluxo de vapor fervendo o suficiente pra achar a droga da válvula, que tinha voado. Consigo com esforço e mais duas queimaduras encaixar a válvula.

Tudo isso lembrando que eu não poderia estar lá, e que chamar a atençao é mal... Ligo pro zelador, que vem emputecido, dizendo que não pode nem mexer naquele aquecedor, que ta quebrado e o martin sabe disso. O cara vai embora, tendo ao menos fechado a válvula. a fumaceira já mais disspada, o apto todo molhado de vapor, meus dedos ardendo, e uma taquicardia que não passava de jeito nenhum.

Finalmente entendi aqueles filmes que o cara atira num tubo, fumacinha acerta alguém e esse alguém cai. Achava bobo. Agora eu sei, fumacinha é o caralho!!!!

terça-feira, 24 de janeiro de 2006

Bluebird, by charles bukowski

there's a bluebird in my heart that
wants to get out
but I'm too tough for him,
I say, stay in there, I'm not going
to let anybody see
you.
there's a bluebird in my heart that
wants to get out
but I pur whiskey on him and inhale
cigarette smoke
and the whores and the bartenders
and the grocery clerks
never know that
he's
in there.

there's a bluebird in my heart that
wants to get out
but I'm too tough for him,
I say,
stay down, do you want to mess
me up?
you want to screw up the
works?
you want to blow my book sales in
Europe?
there's a bluebird in my heart that
wants to get out
but I'm too clever, I only let him out
at night sometimes
when everybody's asleep.
I say, I know that you're there,
so don't be
sad.
then I put him back,
but he's singing a little
in there, I haven't quite let him
die
and we sleep together like
that
with our
secret pact
and it's nice enough to
make a man
weep, but I don't
weep, do
you?

quarta-feira, 21 de dezembro de 2005

That's more like it

tio juju presents

segunda-feira, 19 de dezembro de 2005

Estação das Brumas



"To absent friends, lost loves, old Gods, and the Season of Mists; and may each and every one of us always give the Devil his due."

Pés.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2005

Five arrows in the pack





Cinco flechas no maço.
ok, não sequenciais.
Ok, ao longo de umas duas horas
ok, ok.
Mas meu dedo dói! isso TEM que valer algo...

quinta-feira, 1 de dezembro de 2005

E meus filhos são o máximo



Hoje acaba o inferno astral







e já era hora

segunda-feira, 22 de agosto de 2005

FAQUEIRO VooDoo

Quando chegar meu aniversário é bom vocês saberem o que eu quero:


COM FACAS!!!

sexta-feira, 12 de agosto de 2005

Dicas do bebado moderno

quinta-feira, 11 de agosto de 2005

A Tecla que faltava...




...está de volta em momento apropriado.

Spy Game








Lição numero um: a negação rodriguiana não adianta quando os rastros parecem um letreiro de neon...

quinta-feira, 21 de julho de 2005

like a cast shadow

segunda-feira, 18 de julho de 2005

LEFT


sexta-feira, 15 de julho de 2005

No one knows


We get these pills to swallow
How they stick
In your throat
Tastes like gold

Oh, what you do to me
No one knows


Peter Pan


Sem Sininho.
Sem pó.
Sem garotos perdidos.
Sem gancho.
Sem Wendy.
Vendi o canivete suíço pra comprar o maldito envelope.

quinta-feira, 14 de julho de 2005

Milagres da Engenharia Genética

um kiwi que come queijo e vem sozinho até o prato.
maravilha.
O petisco ideal para morcegos em dieta.
uma refeição que vc pode dividr com seu gato...

Com paciencia tudo se resolve

AHHHH! MEu voto de silencio!!!

música do dia: Agenda Suicide, The Faint
Poema do dia: "O que me dói...", Pessoa
Frase do dia: Sempre tem um Brian pra meter o pé na nossa cova